PERENE.

Certa vez, Conselho de Samurais reuniu-se para decidir sobre a construção de templo que fosse eterno. Coube a todos pesquisar qual material seria empregado na construção. 

Após anos de pesquisa – e muita reflexão – conclusão surpreendente, quebrando paradigmas vigentes: o templo seria de bambu. Justamente porque aparentemente frágil, porém flexível e resistente, o bambu permitiria sempre os reparos de que todos os templos precisam; mas a idéia era a de que o templo, mesmo após os reparos, fosse sempre o mesmo, isto é, perene, eterno.

Todo dirigente, tal como o Conselho de Samurais, quer a perenidade de sua empresa. Mas essa perenidade, tal como nos templos, demanda, muitas vezes, “reparos” que “quebrem paradigmas”.

O conceito de “quebra de paradigmas”, em verdade, é, na moderna administração, muito atraente. É até fácil concordar com seus fundamentos.

Mas todo dirigente também sabe o quanto é difícil implementar mudanças absolutamente necessárias mas que impliquem em alterações de comportamentos e em adoção de novas atitudes culturais. Quanto desgaste!

A NORTON NUNES tem observado o verdadeiro campo minado de “paradigmas” em que caminham as operadoras de saúde. E seu trabalho tem sido o de, sem riscos, detonar esses sensíveis e perigosos ‘’paradigmas’’.

Um dos mais proveitosos efeitos desse trabalho é o de detonar o enfoque normalmente dado ao “paradigma” da inadimplência. De fato, a NORTON NUNES permite às operadoras criar verdadeira barreira de retenção, fazendo com que clientes saudáveis, mas em momentânea dificuldade, vençam a inadimplência e, com notáveis e contínuos reflexos financeiros ante o custo/benefício favorável (mensalidades x baixa sinistralidade), permaneçam nas carteiras.

São, a propósito, muito relevantes estes dados: atualmente, mais de 1 milhão e 200 mil clientes deixam as carteiras das operadoras por inadimplência; mas enquanto a sinistralidade média das carteiras, segundo a ANS, foi de 81.9% em 2010, a sinistralidade desse grupo não ultrapassou – e em outros exercícios ocorreu o mesmo fenômeno - 40% ! 

Já se vê, pois, que o fenômeno “inadimplência” nada mais é que “paradigma” a ser quebrado com a visão realista do fenômeno e com a adoção corajosa de soluções fortes como o frágil bambu!

Pense nisso.

Luiz Carlos Alves . Diretor Comercial 



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